Há também pedidos para mudar recursos que ajudaram a tornar os aplicativos “viciantes”. Diferentemente das ações de danos pessoais, que buscam apenas indenização, processos de estados e distritos escolares pedem que a Justiça obrigue a Meta a alterar características e dinâmicas dos produtos.
Impacto potencial no negócio
Resultados recentes foram mistos, com acordo e desistência de ação. Em maio, a Meta fechou acordo com um distrito escolar do Kentucky antes de um julgamento previsto para Los Angeles; neste mês, a empresa obteve uma vitória quando um adolescente retirou a ação sem receber pagamento, após acertar com corréus como YouTube, Snap e TikTok.
A Meta diz que vai contestar processos que considera sem fundamento. A empresa afirmou que continuará a lutar contra ações “infundadas” e apontou que, no caso encerrado pelo adolescente, a conta teria sido criada apenas seis meses antes do processo ser aberto.
Qualquer mudança imposta pode pesar num momento de desaceleração de crescimento. Com o avanço de usuários na família de aplicativos praticamente estagnado no primeiro trimestre, alterações desfavoráveis podem atingir o coração do negócio da Meta, que tenta manter seus produtos atraentes enquanto investe pesado em inteligência artificial.
*Com informações do The Wall Street Journal
