A ideia de uma entidade de supervisão foi proposta em julho por Demis Hassabis, cofundador e diretor-executivo do Google DeepMind, que sugeriu uma entidade semelhante à Autoridade Reguladora da Indústria Financeira dos Estados Unidos, um órgão de autorregulação do setor.
“O financiamento teria que ser significativo e provavelmente vir em grande parte da indústria”, escreveu Hassabis, acrescentando que seria necessário atrair profissionais com conhecimento técnico e dispor de grandes recursos computacionais para realizar testes em larga escala.
O governo dos Estados Unidos iniciou em agosto um processo de avaliação dos novos modelos de IA, embora a participação seja voluntária e sua metodologia não tenha sido divulgada.
Após os apelos feitos no sábado por Dario Amodei, diretor-executivo da Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude, para desacelerar o desenvolvimento da IA, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que não pretende limitar o setor.
“Que a IA assuma o controle do mundo, destrua a humanidade e todas essas coisas ruins é uma FARSA”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social ontem.
O presidente e integrantes de seu governo reiteraram que não pretendem limitar a IA por temerem que a China assuma a liderança.
