• Início  
  • O que o TikTok promete para combater fake news nas eleições de 2026
- Ciência

O que o TikTok promete para combater fake news nas eleições de 2026

Algoritmo aprimorado, campanhas de influência e checagem de informações O TikTok diz que trabalha com especialistas para melhorar o algoritmo. Uma das novidades deste ano é que a empresa tem recebido insumos do MonitorA, um monitoramento do InternetLab sobre violência política e eleitoral contra mulheres. Segundo o TikTok, os dados ajudam a aprimorar sistemas de […]

Algoritmo aprimorado, campanhas de influência e checagem de informações

O TikTok diz que trabalha com especialistas para melhorar o algoritmo. Uma das novidades deste ano é que a empresa tem recebido insumos do MonitorA, um monitoramento do InternetLab sobre violência política e eleitoral contra mulheres. Segundo o TikTok, os dados ajudam a aprimorar sistemas de detecção e a compreensão de padrões de violência política de gênero na plataforma.

Monitoramento de campanhas disfarçadas de influência é outro vetor do TikTok. Só no primeiro trimestre, foram coibidas 40 campanhas de influência, envolvendo 20 mil contas —nenhuma no Brasil. A última campanha do tipo combatida no país rolou nas eleições de 2024 em outubro, quando 12 contas, com mais de 120 mil seguidores, foram criadas para criticar a administração atual.

A empresa mantém parcerias com checadores de fatos independentes. Como nas últimas eleições, Reuters e Estadão Verifica poderão realizar análise de fatos em vídeos da plataforma. Essas instituições não têm o poder de apagar um vídeo. Elas recebem conteúdos considerados duvidosos e realizam uma análise. Baseado nisso, o TikTok pode reduzir o alcance, tirá-lo do feed “Para Você”, inserir um rótulo informativo ou, em casos mais graves, remover da rede.

No ano passado, o CEO da Meta anunciou o fim da checagem de fatos nos EUA. Na época, Mark Zuckerberg disse que usaria notas de comunidade (avaliações escritas pelos próprios usuários) e que checadores de fatos são enviesados. O executivo chegou a dizer que se juntaria ao governo dos EUA contra “leis que institucionalizam a censura”, mencionando “cortes secretas na América Latina, que exigem que companhias removam conteúdos”.

Apesar do anúncio, a Meta mantém programas de checagem no Brasil. Questionada sobre planos nas eleições deste ano no Brasil, a Meta ainda não forneceu detalhes.As plataformas têm até 16 de agosto para apresentar plano para as eleições deste ano.

As melhores notícias estão no Observatório Público

Apuração independente sobre família, ciência, saúde e o que acontece no Brasil e no mundo. Sem ruído e sem alarde: só o que você precisa saber para entender o seu dia.

Seções

Observatório Público © 2026. Todos os direitos reservados.