Isso foi utilizado há mais de um ano e meio, diariamente, mentindo, caluniando, difamando, não só o meu mandato como prefeito, mas a minha família, minha esposa, sem limite nenhum da ordem de ataques. Isso foi uma prática da extrema-direita, uma prática bolsonarista, e foi utilizado pelo entorno da governadora. João Campos (PSB), candidato ao governo de PE
Campos disse que esperava uma eleição “disputada” e vinculou a acirrada largada da campanha ao peso da reeleição e ao que chamou de ofensiva digital organizada. Para ele, o cenário deve mudar com a comparação entre gestões.
Ao ser questionado sobre a batalha nas redes, o candidato afirmou que a Polícia Federal investiga um “gabinete do ódio” ligado a pessoas da governadora e disse que o caso também está no Supremo Tribunal Federal.
A Polícia Federal está investigando um gabinete do ódio ligado a pessoas da governadora Raquel Lyra. O STF também está nessa investigação e é flagrante.
Um carro da Prefeitura do Recife, de um secretário de Governo, passou 90 dias sendo rastreado, acompanhado por dois delegados e oito policiais civis, 24 horas por dia, em forma clandestina. Isso é um ato criminoso. João Campos (PSB), candidato ao governo de PE
Campos afirmou que não se intimida com o que chamou de “práticas autoritárias” e disse que o debate eleitoral deve incluir questionamentos sobre a gestão estadual.
