Governador minimizou a influência de Eduardo Bolsonaro na aplicação de tarifas contra o Brasil. “O Eduardo não teria peso para tomar a decisão pelo governo americano. Isso é narrativa”, afirmou ele. O governo brasileiro culpou a família Bolsonaro pelas tarifas, que têm como base a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

Presidente Lula (PT) resgatou postagens de Flávio Bolsonaro (PL) quando Trump anunciou a primeira taxação ao Brasil. “O filho dele [do ex-presidente Jair Bolsonaro], que hoje foi para a televisão dizer que não disse nada, eu vou repetir: no dia 9 de julho de 2025, no dia que o Trump nos puniu, ele disse: ‘Obrigado Trump, faça o Brasil livre de novo'”, declarou o presidente, em evento em Catalão (GO) no começo de junho.
Primeira medida aplicou tarifa adicional de 25% após investigação específica sobre o Brasil. A apuração examinou comércio digital, pagamentos eletrônicos, tarifas preferenciais, legislação anticorrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal. Os EUA também citaram o Pix.
Segunda medida aplicou tarifa adicional de 12,5% ao Brasil em investigação que envolveu 60 economias. A análise tratou de proibições à importação de bens produzidos total ou parcialmente com trabalho forçado.
Concessão das linhas da CPTM
Governador defendeu a concessão das linhas da CPTM, dizendo que há anos de contrato pela frente e bilhões de reais a serem investidos. “Por exemplo, como eu faria o trem intercidades Campinas-São Paulo que já está em obra? Vamos lembrar que temos um sistema que ficou anos depauperado sem investimento.”
