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ANPD cobra plataformas sobre segurança; caso Grok mostra possível escalada

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) notificou uma série de redes sociais, lojas de aplicativos e ferramentas de inteligência artificial (veja a lista ao final) para que informem sobre as obrigações de segurança instituídas pelo Marco Civil da Internet e pelo Estatuto Digital da Criança e Adolescente (ECA Digital). Um processo de fiscalização já […]

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) notificou uma série de redes sociais, lojas de aplicativos e ferramentas de inteligência artificial (veja a lista ao final) para que informem sobre as obrigações de segurança instituídas pelo Marco Civil da Internet e pelo Estatuto Digital da Criança e Adolescente (ECA Digital).

Um processo de fiscalização já mais avançado sobre o Grok, ferramenta de inteligência artificial associada ao X, indica um possível desdobramento: se considerar as respostas insuficientes, a ANPD pode impor medidas preventivas para exigir adequações. Em caso de descumprimento das determinações e eventual processo sancionador, as empresas também estão sujeitas a multas e, nos casos mais graves, à suspensão temporária ou à proibição do exercício das atividades.

Por conta do processo em separado, iniciado em janeiro de 2026, o Grok não está entre os alvos desta etapa. A rede social do empresário Elon Musk, no entanto, está entre os destinatários dos ofícios.

As medidas atinge 22 serviços, incluindo 11 redes sociais, sete ferramentas de inteligência artificial, duas lojas de aplicativo e dois aplicativos de mensagem. A agência alega que as ações não abrangem serviços de e-mail, além de estarem restritas aos canais públicos nos casos de redes que oferecem serviço de mensagem privada.